A Cruz: diferenças entre revisões

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A cruz é uma arma utilizada para crucificar e executar criminosos no Antigo Ocidente desde cerca do século VI a.C. até o século IV d.C.<ref>[https://www.worldhistory.org/crucifixion/ “Crucifixion”], WORLD HISTORY ENCYCLOPEDIA</ref><ref>[https://www.biblestudytools.com/dictionaries/smiths-bible-dictionary/cross.html “Cross”], Bible Study Tools</ref> Presume-se que os primeiros a inventar a crucificação foram os fenícios de Cartago ou os persas, que passaram sua influência a antigas civilizações como Babilônia, Egito e Assíria. Alexandre, o Grande, conheceu a crucificação na Pérsia e a estendeu à Grécia, e depois dos romanos ganharem a Segunda Guerra Púnica, aprenderam dos fenícios de Cartago e a usaram no Império Romano. Mais tarde, no Império Romano, a crucificação foi utilizada como o método de pena de morte mais brutal e duro para os criminosos. A crucificação foi executada crucificando ou atando os condenados, e em Roma era utilizava principalmente para castigar criminosos atrozes, traidores e escravos. A crucificação era um dos castigos mais cruéis e vergonhosos. O código penal, compilado por um jurista romano, Júlio Paulo, enumera três tipos de castigos como as formas mais brutais de pena na época romana, sendo a primeira a crucificação. O político romano Cícero descreveu a crucificação como “a punição mais cruel e aterrorizante”, e o historiador judeu Josefo a descreveu como “a mais miserável das mortes”.<ref>[https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14750495/ The history and pathology of crucifixion], National Library of Medicine, ''Pub Med'', dezembro de 2003</ref>
A cruz é uma arma utilizada para crucificar e executar criminosos no Antigo Ocidente desde cerca do século VI a.C. até o século IV d.C.<ref>[https://www.worldhistory.org/crucifixion/ “Crucifixion”], WORLD HISTORY ENCYCLOPEDIA</ref><ref>[https://www.biblestudytools.com/dictionaries/smiths-bible-dictionary/cross.html “Cross”], Bible Study Tools</ref> Presume-se que os primeiros a inventar a crucificação foram os fenícios de Cartago ou os persas, que passaram sua influência a antigas civilizações como Babilônia, Egito e Assíria. Alexandre, o Grande, conheceu a crucificação na Pérsia e a estendeu à Grécia, e depois dos romanos ganharem a Segunda Guerra Púnica, aprenderam dos fenícios de Cartago e a usaram no Império Romano. Mais tarde, no Império Romano, a crucificação foi utilizada como o método de pena de morte mais brutal e duro para os criminosos. A crucificação foi executada crucificando ou atando os condenados, e em Roma era utilizava principalmente para castigar criminosos atrozes, traidores e escravos. A crucificação era um dos castigos mais cruéis e vergonhosos. O código penal, compilado por um jurista romano, Júlio Paulo, enumera três tipos de castigos como as formas mais brutais de pena na época romana, sendo a primeira a crucificação. O político romano Cícero descreveu a crucificação como “a punição mais cruel e aterrorizante”, e o historiador judeu Josefo a descreveu como “a mais miserável das mortes”.<ref>[https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14750495/ The history and pathology of crucifixion], National Library of Medicine, ''Pub Med'', dezembro de 2003</ref>


Havia vários métodos para realizar execuções. Normalmente, o condenado, depois de ser açoitado, arrastava a barra de sua cruz até o lugar do castigo, onde a haste vertical já estava cravada no solo. Prendia-se ele à barra com os braços estendidos ou o cravava firmemente nela pelos pulsos. Depois, atavam-se ou cravavam-se firmemente os pés ao poste vertical. Segundo os especialistas, a crucificação causa uma dor física insuportável e mortal. Quando os condenados eram crucificados e atados verticalmente, seus músculos eram impactados, o diafragma não funcionava adequadamente e isso podia levar a distúrbios na circulação sanguínea, falência de órgãos, asfixia, sufocamento e, enfim, à morte.<ref>[https://www.kidok.com/news/articleView.html?idxno=96315 Precise Guidelines Needed for ‘Cross in the Chapel’], ''The Christian Newspaper'', 11 de abril de 2016</ref><ref>[https://www.britannica.com/topic/crucifixion-capital-punishment “Crucifixion”], Britannica</ref>
Havia vários métodos para realizar execuções. Normalmente, o condenado, depois de ser açoitado, arrastava a barra de sua cruz até o lugar do castigo, onde a haste vertical já estava cravada no solo. Prendia-se ele à barra com os braços estendidos ou o cravava firmemente nela pelos pulsos. Depois, atavam-se ou cravavam-se firmemente os pés ao poste vertical. Segundo os especialistas, a crucificação causa uma dor física insuportável e mortal. Quando os condenados eram crucificados e atados verticalmente, seus músculos eram impactados, o diafragma não funcionava adequadamente e isso podia levar a distúrbios na circulação sanguínea, falência de órgãos, asfixia, sufocamento e, enfim, à morte.<ref>[https://www.britannica.com/topic/crucifixion-capital-punishment “Crucifixion”], Britannica</ref><ref>The Medical Evidence, PART 3 Researching the Resurrection, THE CAUSE OF DEATH, The Case for Christ, ''Zondervan Publishing House'', 1998, Lee Strobel, p. 181-182</ref>
 


== Tipos de cruzes ==
== Tipos de cruzes ==
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=== História ===
=== História ===
As igrejas cristãs começaram a utilizar a cruz como símbolo do cristianismo a partir da época de Constantino I do Império Romano, que reinou entre 306 e 337 d.C.<ref name=":2">[https://www.bible.com/pt/bible/1608/DEU.27.ARA Deuteronômio 27:15]</ref> Isto demonstra que a igreja não havia estabelecido a cruz por quase trezentos anos depois de Jesus até a época de Constantino. Entre os romanos, existia um sentimento geral de repugnância pelo fato da crucificação ser um instrumento de execução apenas para os criminosos mais notórios. Para os primeiros cristãos, que tinham a crucificação como um fato sombrio de comum experiência, não havia perigo de embelezar a cruz pelo sentimento,<ref name=":2" /> porque a cruz foi um dos instrumentos utilizados pelo Império Romano para executar os cristãos enquanto perseguia a igreja primitiva. É dito que o apóstolo Pedro também foi martirizado, pendurado de cabeça para baixo na cruz.<ref name=":0">THE CATHOLIC ENCYCLOPEDIA (A ENCICLOPÉDIA CATÓLICA), Vol. 4, ''The Encyclopedia Press, Inc.,'' 1913, p. 538</ref><ref>Everett F. Harrison, “Cross”, BAKER'S DICTIONARY OF THEOLOGY, ''Baker Book House'', 1960, p. 152</ref> A crucificação foi abolida no tempo de Constantino.
As igrejas cristãs começaram a utilizar a cruz como símbolo do cristianismo a partir da época de Constantino I do Império Romano, que reinou entre 306 e 337 d.C.<ref name=":2">12. Everett F. Harrison, “Cross”, BAKER'S DICTIONARY OF THEOLOGY, Baker Book House, 1960, p. 152</ref> Isto demonstra que a igreja não havia estabelecido a cruz por quase trezentos anos depois de Jesus até a época de Constantino. Entre os romanos, existia um sentimento geral de repugnância pelo fato da crucificação ser um instrumento de execução apenas para os criminosos mais notórios. Para os primeiros cristãos, que tinham a crucificação como um fato sombrio de comum experiência, não havia perigo de embelezar a cruz pelo sentimento,<ref name=":2" /> porque a cruz foi um dos instrumentos utilizados pelo Império Romano para executar os cristãos enquanto perseguia a igreja primitiva. É dito que o apóstolo Pedro também foi martirizado, pendurado de cabeça para baixo na cruz.<ref name=":0">THE CATHOLIC ENCYCLOPEDIA (A ENCICLOPÉDIA CATÓLICA), Vol. 4, ''The Encyclopedia Press, Inc.,'' 1913, p. 538</ref><ref>Everett F. Harrison, “Cross”, BAKER'S DICTIONARY OF THEOLOGY, ''Baker Book House'', 1960, p. 152</ref> A crucificação foi abolida no tempo de Constantino.
{{인용문 |Ele [Constantino] considerava a cruz com peculiar reverência [...] eliminou por lei a crucificação habitual entre os romanos, do uso dos tribunais.
{{인용문 |Ele [Constantino] considerava a cruz com peculiar reverência [...] eliminou por lei a crucificação habitual entre os romanos, do uso dos tribunais.
|NICENE AND POST-NICENE FATHERS: SECOND SERIES VOL. II SOCRATES, SOZOMENUS: CHURCH HISTORIES (PADRES NICENOS E PÓS-NICENOS: SEGUNDA SÉRIE VOL. II SÓCRATES, SOZOMENUS: HISTÓRIAS DA IGREJA), Cosimo Classics, 2007, p. 245}}
|NICENE AND POST-NICENE FATHERS: SECOND SERIES VOL. II SOCRATES, SOZOMENUS: CHURCH HISTORIES (PADRES NICENOS E PÓS-NICENOS: SEGUNDA SÉRIE VOL. II SÓCRATES, SOZOMENUS: HISTÓRIAS DA IGREJA), Cosimo Classics, 2007, p. 245}}
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=== Opinião dos Reformadores Religiosos ===
=== Opinião dos Reformadores Religiosos ===
Os reformadores do século XVI criticaram severamente a adoração da cruz e instaram a restaurar a fé com base nos ensinamentos da Bíblia. João Calvino, um reformador religioso francês, em seu livro “Institutas da Religião Cristã”, afirmou que “assim que Deus é representado em uma imagem visível, não se pode evitar adorá-la” e proibiu a idolatria da cruz.  
Os reformadores do século XVI criticaram severamente a adoração da cruz e instaram a restaurar a fé com base nos ensinamentos da Bíblia. João Calvino, um reformador religioso francês, em seu livro “Institutas da Religião Cristã”, afirmou que “assim que Deus é representado em uma imagem visível, não se pode evitar adorá-la” e proibiu a idolatria da cruz.  
{{인용문 |'''7. Que os papistas, então, se tiverem algum sentimento de vergonha, desistam doravante da súplica fútil, de que as imagens são os livros dos iletrados, uma súplica tão claramente refutada por inúmeras passagens das Escrituras [...] Paulo declara que através da verdade da pregação do evangelho, Cristo é apresentado e de certa forma crucificado diante dos nossos olhos (Gl 3:1). De que adiantaria, então, erguer tantas cruzes de madeira e pedra, prata e ouro nas igrejas, se esta doutrina: “Cristo morreu para carregar nossa maldição no madeiro, para expiar nossos pecados com o sacrifício do seu corpo, lavá-los com o seu sangue e, em suma, reconciliar-nos com Deus Pai”, fosse pregada fiel e honestamente? Com esta doutrina o povo aprenderia mais do que com mil cruzes de madeira e pedra.
{{인용문 |7. Que os papistas, então, se tiverem algum sentimento de vergonha, desistam doravante da súplica fútil, de que as imagens são os livros dos iletrados, uma súplica tão claramente refutada por inúmeras passagens das Escrituras [...] Paulo declara que através da verdade da pregação do evangelho, Cristo é apresentado e de certa forma crucificado diante dos nossos olhos (Gl 3:1). De que adiantaria, então, erguer tantas cruzes de madeira e pedra, prata e ouro nas igrejas, se esta doutrina: “Cristo morreu para carregar nossa maldição no madeiro, para expiar nossos pecados com o sacrifício do seu corpo, lavá-los com o seu sangue e, em suma, reconciliar-nos com Deus Pai”, fosse pregada fiel e honestamente? Com esta doutrina o povo aprenderia mais do que com mil cruzes de madeira e pedra.
'''9. Uma vez formada tal imagem, a adoração segue imediatamente: pois uma vez que os homens imaginam ver Deus em imagens, eles também o adoram como se ele estivesse ali [...] Pois assim que ele recebe uma forma visível de Deus, seu poder também deve estar anexado. Os homens são tão tolos que onde quer que vejam Deus, fixam-no ali e, como consequência necessária, passam a adorá-lo. Não importa se eles simplesmente adoram o ídolo ou Deus no ídolo.|João Calvino, INSTITUTES OF THE CHRISTIAN RELIGION (INSTITUTAS DA RELIGIÃO CRISTÃ), Vol 1, Christian Classics Ethereal Library, Grand Rapids, MI, 1845, p. 101-102}}
9. Uma vez formada tal imagem, a adoração segue imediatamente: pois uma vez que os homens imaginam ver Deus em imagens, eles também o adoram como se ele estivesse ali [...] Pois assim que ele recebe uma forma visível de Deus, seu poder também deve estar anexado. Os homens são tão tolos que onde quer que vejam Deus, fixam-no ali e, como consequência necessária, passam a adorá-lo. Não importa se eles simplesmente adoram o ídolo ou Deus no ídolo.|João Calvino, INSTITUTES OF THE CHRISTIAN RELIGION (INSTITUTAS DA RELIGIÃO CRISTÃ), Vol 1, ''Christian Classics Ethereal Library, Grand Rapids, MI'', 1845, p. 101-102}}
Muitos reformadores, como Ulrico Zuínglio e João Knox, se negavam a adorar a cruz, assim como quadros ou imagens de figuras sagradas e esculturas, porque essas imagens conduziam à idolatria. Portanto, proibiram instalar adornos ou imagens na igreja.<ref>[https://www.bible.com/pt/bible/1608/LEV.26.ARA Levítico 26:1]</ref><ref>[https://www.bible.com/pt/bible/1608/JER.10.ARA Jeremias 10:1-5]</ref> Na atualidade, a [[Igreja de Deus Sociedade Missionária Mundial]] também rejeita a cruz, que é uma forma de ídolo, e não a ergue, seguindo os ensinamentos da Bíblia.
Muitos reformadores, como Ulrico Zuínglio e João Knox, se negavam a adorar a cruz, assim como quadros ou imagens de figuras sagradas e esculturas, porque essas imagens conduziam à idolatria. Portanto, proibiram instalar adornos ou imagens na igreja.<ref>[https://www.kidok.com/news/articleView.html?idxno=96315 Precise Guidelines Needed for ‘Cross in the Chapel’], ''The Christian Newspaper'', 11 de abril de 2016</ref><ref>[https://www.bible.com/pt/bible/1608/LEV.26.ARA Levítico 26:1]</ref><ref>[https://www.bible.com/pt/bible/1608/JER.10.ARA Jeremias 10:1-5]</ref> Na atualidade, a [[Igreja de Deus Sociedade Missionária Mundial]] também rejeita a cruz, que é uma forma de ídolo, e não a ergue, seguindo os ensinamentos da Bíblia.


== A Veneração da Cruz É uma Idolatria ==
== A Veneração da Cruz É uma Idolatria ==
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=== Os Ensinamentos da Bíblia ===
=== Os Ensinamentos da Bíblia ===
O segundo dos dez mandamentos nos adverte que não devemos fazer ídolos nem adorá-los em nenhum formato.<ref>[https://www.kci.go.kr/kciportal/ci/sereArticleSearch/ciSereArtiView.kci?sereArticleSearchBean.artiId=ART002330946 “A Study on the First Christian Coins of the Emperor Constantine (Estudo sobre as primeiras moedas cristãs do imperador Constantino”], ''Índice de Citações da Coreia'', 2018</ref> Não há nenhum registro ou exceção na Bíblia aprovando fazer a imagem de uma cruz. Independentemente de quanto adore uma cruz ou confie na imagem da cruz, o simples fato de fazê-la para servir a Deus é um ato de rebelião contra o mandamento. Deus nos disse para não o compararmos a nenhuma imagem. Para adorar ou honrar a Deus, nunca devemos fazer nada com materiais.
O segundo dos dez mandamentos nos adverte que não devemos fazer ídolos nem adorá-los em nenhum formato.<ref>[https://www.kci.go.kr/kciportal/ci/sereArticleSearch/ciSereArtiView.kci?sereArticleSearchBean.artiId=ART002330946 “A Study on the First Christian Coins of the Emperor Constantine (Estudo sobre as primeiras moedas cristãs do imperador Constantino”], ''Índice de Citações da Coreia'', 2018</ref> Não há nenhum registro ou exceção na Bíblia aprovando fazer a imagem de uma cruz. Independentemente de quanto adore uma cruz ou confie na imagem da cruz, o simples fato de fazê-la para servir a Deus é um ato de rebelião contra o mandamento. Deus nos disse para não o compararmos a nenhuma imagem. Para adorar ou honrar a Deus, nunca devemos fazer nada com materiais.
{{인용문5 |내용= “Não fareis deuses de prata ao lado de mim, nem deuses de ouro fareis para vós outros.” |출처=[https://www.bible.com/pt/bible/1608/EXO.20.ARA Êxodo 20:23]}}{{인용문5 |내용= “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; [...]”  |출처=[https://www.bible.com/pt/bible/1608/EXO.20.ARA Êxodo 20:4-5]}}
{{인용문5 |내용= “Não fareis deuses de prata ao lado de mim, nem deuses de ouro fareis para vós outros.” |출처=[https://www.bible.com/pt/bible/1608/EXO.20.ARA Êxodo 20:23]}}{{인용문5 |내용= “'''Não farás''' para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, '''nem''' lhes '''darás culto;''' [...]”  |출처=[https://www.bible.com/pt/bible/1608/EXO.20.ARA Êxodo 20:4-5]}}


A Bíblia proíbe confiar em ídolos feitos de materiais como ouro, prata, madeira ou pedra e adorá-los.<ref>“Constantine, Christianity and pagan customs”, A Lion Handbook'','' THE HISTORY OF CHRISTIANITY, Tim Dowley, ''Lion Publishing'' 1977, p. 141</ref> A cruz feita de madeira ou outros materiais também é um ídolo mencionado na Bíblia. A Bíblia ensina que os ídolos feitos destes materiais não têm poder para amaldiçoar ou abençoar as pessoas.<ref>THE CROSS IN TRADITION, HISTORY AND ART (A CRUZ NA TRADIÇÃO, NA HISTÓRIA E NA ARTE), Rev. William Wood Seymour, ''The Knickerbocker Press'', 1898, pp. 185, 399</ref> E adverte que aqueles que fazem ídolos e os adoram serão amaldiçoados.<ref>[https://www.m-joongang.com/news/articleView.html?idxno=318953 <nowiki>[ARTIGO ESPECIAL: 500 Anos Após a Reforma Luterana - Igreja de Deus e a Verdade na Bíblia] No Que Eles Acreditam e O Que Eles Praticam?, Revista Mensal JoongAng, 17 de novembro de 2017</nowiki>]</ref>
A Bíblia proíbe confiar em ídolos feitos de materiais como ouro, prata, madeira ou pedra e adorá-los.<ref>“Constantine, Christianity and pagan customs”, A Lion Handbook'','' THE HISTORY OF CHRISTIANITY, Tim Dowley, ''Lion Publishing'' 1977, p. 141</ref> A cruz feita de madeira ou outros materiais também é um ídolo mencionado na Bíblia. A Bíblia ensina que os ídolos feitos destes materiais não têm poder para amaldiçoar ou abençoar as pessoas.<ref>THE CROSS IN TRADITION, HISTORY AND ART (A CRUZ NA TRADIÇÃO, NA HISTÓRIA E NA ARTE), Rev. William Wood Seymour, ''The Knickerbocker Press'', 1898, pp. 185, 399</ref> E adverte que aqueles que fazem ídolos e os adoram serão amaldiçoados.<ref>[https://www.m-joongang.com/news/articleView.html?idxno=318953 <nowiki>[ARTIGO ESPECIAL: 500 Anos Após a Reforma Luterana - Igreja de Deus e a Verdade na Bíblia] No Que Eles Acreditam e O Que Eles Praticam?, Revista Mensal JoongAng, 17 de novembro de 2017</nowiki>]</ref>